Quinta-feira, Janeiro 15, 2009
Faz aproximadamente um ano e meio que só postei "para manter no ar".
Não sei o quanto tenho vontade de voltar realmente a postar, mas... Vamos ver.
Talvez eu troque o template e me divirta um pouco voltando ao blog.
O que será que vai acontecer?
Terça-feira, Fevereiro 05, 2008
Ainda para manter no ar.
Quarta-feira, Junho 20, 2007
Só para ficar no ar.
Sábado, Março 03, 2007
Eu não tinha pensado nisso
"Sua vida se tornou uma busca incessante pela poesia"
(Sil, fazendo com que eu ficasse feliz em relação a mim mesma)
"Você tem amigos roadies, sua groupie"
(Sil, fazendo com que eu entendesse a mim mesma)
Eu resolvo essas questões fazendo poemas sobre Penny Lane.
Penny Lane loves you for your fame.
Quarta-feira, Janeiro 03, 2007
Fecha-se a porta de 2006
O poeta encontrou sua musa
Eu não sou a musa
Sou poeta solteira
E nem poeta sou
Sábado, Outubro 14, 2006
Sábado, Setembro 02, 2006
Poet-ish brake:
Estragos na (minha) juventude
Ela era uma velha senhora
Amarga e ressentida
Por causa de momentos exatamente como este
And now back with our regular show:
Vocês já entraram no
Post Secret?
Eu acho fantástico, é um site que posta cartões enviados por pessoas que querem compartilhar seus segredos.
É claro que é tudo anônimo, mas o lado artístico é muito interessante. As pessoas realmente capricham nos cartões.
Eu não caprichei tanto, mas resolvi fazer dois.
Um deles, o da bailarina, claro, foi descaradamente inspirado (como tantas outras coisas) no lindo blog da
Dani.
PS: É pra clicar nas fotos, rs.
Quarta-feira, Agosto 16, 2006
After the birthday
Enquanto você se afastou para o canto mais distante da sala
Alguém me procurava desde o canto mais distante do mundo
"Prefiro uma amiga pra me dar os braços"
Em agosto, a avenida tem outro perfume.
Sexta-feira, Agosto 11, 2006
Surreal foi a maneira como cheguei em casa hoje.
Descalça, numa mão: um par de sandálias cuja sola do pé direito descolou, uma bolsa com fitas penduradas e a chave de casa. Na outra mão: meu celular, uma apostila de curso de desenho e um par de malabares.
Numa quinta-feira como outras tantas...
Quinta-feira, Julho 20, 2006
Pedido de exclusividade
Na yôga, acredita-se que a dificuldade de uma pessoa para alongamentos é reflexo do quanto ela é rígida com si mesma.
Interessante.
A dúvida é: uma pessoa que sofra anos para levantar a perna até a orelha só vai conseguir se mudar seu jeito de ser e pensar? Se não se cobrar tanto?
E se a pessoa conseguir melhorar o alongamento por treino e insistência, vai mudar seu jeito de ser por conseqüência da nova elasticidade física?
Mas, então, já nascemos mais ou menos rígidos com nós mesmos assim como já nascemos com maior ou menos facilidade para abrir um grand écart? E não construimos esse lado da nossa personaldade ao longo do tempo?
Ou então, ainda muito pequenos, sofremos (ou não) as cobranças que nos tornarão obcecados por não errar? E uma criança colocada desde cedo em aulas como balé e ginástica olímpica torna-se imune às influências que poderiam levá-la à rigidez emocional?
Mas como explicar as bailarinas, esses seres leves que, na realidade, passam por pesadas provações? Como explicar toda a filosofia de vida de uma bailarina, que exige que ela alcance a perfeição, que cobre o seu melhor e ultrapasse os limites? Como explicar que sua rigidez as leva a lindos e rasgados passos, em que parecem confortáveis nas posições mais loucas?
Algumas teorias parecem funcionar só para mim.